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	<title>Carla Pernambuco</title>
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	<description>Blog da Chef Carla Pernambuco</description>
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		<title>Brincando de boneca no sculo 21</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Nov 2009 12:01:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[

Eu sempre digo e tenho motivos caseiros que confirmam: se comparadas às gerações passadas,  estas novas gerações estão dando saltos gigantes com a carga genética que receberam dos pais. A tecnologia estressantemente mutante, a alimentação, a globalização&#8230; Não sei o que influencia mais, mas o fato é que eu e meu marido Nando vemos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br></p>

<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/julia_0.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic58" >
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</a>

<p>Eu sempre digo e tenho motivos caseiros que confirmam: se comparadas às gerações passadas,  estas novas gerações estão dando saltos gigantes com a carga genética que receberam dos pais. A tecnologia estressantemente mutante, a alimentação, a globalização&#8230; Não sei o que influencia mais, mas o fato é que eu e meu marido Nando vemos se tornar realidade &#8211; um pouquinho a cada dia &#8211; a vontade de todo pai de que os filhos sejam melhores do que eles próprios.</p>
<p>Para não parecer ainda mais mãe-coruja do que já sou, vou deixar a palavra para o meu amigo e talentoso escritor Eduardo Logullo. Com um texto maravilhoso, ele conta o que esperar da exposição Tokyo Dolls, que minha caçula Julia vai apresentar na <a href="http://www.plastiksp.com.br/v1/sobre.asp?id_sgrupo=&amp;paginaAtual=sobre&amp;grupo=sobre" target="_blank">Plastik</a>. A partir do dia 1º de dezembro. Divido, então, com vocês um pouquinho do Mundo Encantado e Maravilhoso de Julia.</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">TOKYO DOLLS<br />
JULIA PERNAMBUCO</span><br />
Por Eduardo Logullo</strong></p>
<p>
<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/julia_1.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic59" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/cache/59__200x150_julia_1.jpg" alt="julia_1" title="julia_1" />
</a>
A pequena grande Júlia Pernambuco tem 13 anos. Treze? Sim e não. Sim, porque isso está escrito na sua certidão de nascimento. Não, porque ela está anos-luz na frente de qualquer garota adolescente da mesma idade. A diferença está no seguinte detalhe: <span style="font-size: xx-small;">Julia tem duas antenas eletromagnéticas na cabeça.</span> Psiu: ninguém desconfia, nem sequer percebe a dupla de transmissores que sai do seu crânio. É que ela esconde os receptores de impulsos debaixo do cabelo. Pouca gente sabe disso. (E não se comenta mais o assunto, ok?)</p>
<p>Então, como estávamos falando antes, Júlia Pernambuco tem 13 anos e vai estrear suas fotografias em uma exposição individual no espaço mais <em>antenado</em> <span style="font-size: xx-small;">(êpa)</span> da cidade. Quem conhece a Plastik Galerie entende o novo mundo, a nova ordem das coisas, as novas mentalidades. A loja/galeria Plastik é uma antítese de antiquário ou de brechó. Lá é proibido falar do passado, porque o passado só importa para quem passou do ponto, pra quem torrou os miolos fazendo coisas beges e coisas sépias e coisas chatas e coisas sonolentas. A Plastik é outro planeta, outra dimensão, outra visão.</p>
<p>Pois bem. Júlia Pernambuco começou a fotografar auto-retratos e imagens de seu dia a dia: esmalte das unhas, estilo da roupa, o prato de comida. Observando o pequeno grande mundo que nos embala. Sempre com um buzzzzzz na cabeça, ela passava horas sem fim sem fim sem fim sem fim no computador, esquecendo completamente que havia outras realidades fora da tela. <span style="font-size: xx-small;">E será que existem mesmo? Agora me bateu uma dúvida.</span> Daí, nessa vida de mouse na mão, Júlia descobriu a toy art, aqueles brinquedos que não são feitos para brincar, que saem em tiragens limitadas e com mil diferenças entre cada modelo e que deixam os colecionadores loucos atrás de edições raras. A partir da toy art, ela encontrou as bonecas Blythes, que fabricantes japoneses haviam relançado em 2000 com imenso sucesso de vendas no mundo inteiro.</p>
<p>
<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/julia_pernambuco_-_revista_joyce.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic61" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-right" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/cache/61__200x240_julia_pernambuco_-_revista_joyce.jpg" alt="julia_pernambuco_-_revista_joyce" title="julia_pernambuco_-_revista_joyce" />
</a>
A boneca Blythe surgiu em 1972, mas devido aos olhos grandes e desproporcionais, não agradou a ninguém &#8212; e ainda deu o que falar: assustou as crianças bobocas daquela época. A coitada foi retirada rapidamente de circulação, tipo brinquedo não-recomendado e voltou a ser produzida somente 28 anos depois, transformada em hit instantâneo graças a uma campanha da rede de lojas Parco. Em 2006, já existiam mais de 100 modelos da Blythe. Essa história toda é pra contar o quê mesmo? Ah, sim: que Julia Pernambuco fotografa com bonecas Blythe e também com bonecas Pullips, fabricadas pela empresa Groove. Estas viraram uma versão mais hype da Blythe.</p>
<p>Mas qual a diferença da boneca Pullip? Júlia responde: “Elas têm articulações, são mais posáveis para fotos, parecem modelos. Isso me conquistou bastante, porque mesmo tendo cabeça bem grande e desproporcional ao corpo, o cabelo é trocável (são perucas) e seu corpo permite várias possibilidades de customização”. As Pullips fazem parte do imaginário das garotas da primeira década do século 21. Garotas que cresceram lendo animes e mangás, que gostam de novidades fashion, que dariam a vida por um acessório. Cada boneca mede 30 cm, fecham e abrem os olhos, podem mirar qualquer lado.</p>
<p>Essas criaturinhas vieram da Coréia do Sul. Pullip em coreano quer dizer “folha” ou “jovem”. Hoje as bonecas ganham versões diferentes, com nomes bem atuais: Naomi, Princess Ann, Chelsea, Clarity, Angelique, Lala Comic, Sfoglia, Grell, Kaela etc. Elas possuem características “humanas”, claro. Nasceram do casamento de um diplomata coreano com uma decoradora italiana, têm sangue O+, fazem yoga, adoram ir a shoppings, têm 17 anos, são do signo de Gêmeos, têm um irmão de 15 anos que deseja ser jogador de futebol, estudam em bons colégios e, detalhe importante, moram em Milão. Tá? A Pullip não é qualquer Barbie, não senhora. A Pullip é fina, tem estirpe, sabe o que quer, é viajada. Mas não é metida. <span style="font-size: xx-small;">Só um pouquinho</span>. A Blythe não tem história cheia de detalhes. Ela é a Blythe e ponto. A Pullip seria uma prima rica da Blythe. Dá para entender?</p>
<p>
<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/julia_2.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic60" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-left" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/cache/60__200x300_julia_2.jpg" alt="julia_2" title="julia_2" />
</a>
O envolvimento de Julia Pernambuco com as bonecas foi tão grande que ela já dispõe de um estoque de mais de 1.500 fotografias, tiradas com sua Canon EOS Rebel T1I, usando diversas lentes (algumas ela pega emprestadas de seu pai, o fotógrafo Nando Pernambuco, que por sua vez é casado com a chef Carla Pernambuco). E como Julia trabalha essas bonecas? “Ah, depende da luz do dia e de como quero o resultado das fotos. Não tenho padrões. Quando chega uma roupa nova, misturo para dar personalidade diferente à boneca. Anita, por exemplo, é dócil e só usa estampas e flores. Gwen, é malvada, só usa vermelho, preto, cinza e muitas caveiras. Meg é hippie, veste roupas bicho-grilo com muito verde e branco”.</p>
<p>Julia tem 13 antenas, ops, 13 anos e diz que essa forma de se expressar através de bonecas lembra coisas da sua infância, quando brincava com outras bonecas. Júlia ainda brinca com bonecas? “Eu brinco, mas de forma séria, vamos dizer. HAUHAUHUA.” Na verdade, ela é uma cientista espacial que faz experiências para transformar o DNA das Pullips. As bonecas estão sendo programadas para habitar um planeta roxo numa galáxia bem distante da Via Láctea e que só Júlia Pernambuco tem acesso.</p>
<p>Hdtevsjkqwcpqe klaqo0qyd w0’’2j=9’2pkojd’e8okn    wo       wb ueueuexymamauh9qw76ad???<br />
&#8211; 0sdyh’!<br />
&#8211; sd7?<br />
&#8211; s6dtcvb12d12qwlkqwçq, OK!</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;">JULIA PERNAMBUCO<br />
TOKYO DOLLS</span><br />
01/12/2009 A 30/01/2010<span style="text-decoration: underline;"><br />
PLASTIK GALERIE</span><br />
Rua Melo Alves, 459<br />
De segunda a sexta: 11h/20h<br />
Sábados: 11h/19h</strong></p>
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		<title>Domnio Pblico</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Nov 2009 21:38:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Receitas]]></category>
		<category><![CDATA[culinária responsável]]></category>
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		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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		<description><![CDATA[
Fico fascinada com a criatividade e o modus operandi da nova geração de jovens contestadores. Os temas urgentes da minha adolescência nos anos 70 -   - guerras, ditadura, amor livre, drogas, etc – já não causam grandes mobilizações nos dias de hoje. Os assuntos e, principalmente, as formas de expressão mudaram radicalmente.
Um exemplo bem legal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p></br><br />

<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/grafiti.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic57" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/cache/57__400x200_grafiti.jpg" alt="grafiti" title="grafiti" />
</a>
</p>
<p>Fico fascinada com a criatividade e o <em>modus operandi</em> da nova geração de jovens contestadores. Os temas urgentes da minha adolescência nos anos 70 -   - guerras, ditadura, amor livre, drogas, etc – já não causam grandes mobilizações nos dias de hoje. Os assuntos e, principalmente, as formas de expressão mudaram radicalmente.</p>
<p>Um exemplo bem legal que tenho visto sair dos becos paulistanos e chegar ao grande público é o grafite. Se antes ele era considerado marginal, feio, um ataque à ordem e a limpeza das cidades (alguns ainda acham, mas esse é outro assunto), hoje, por meio de alguns talentosos grafiteiros, o Brasil está na elite dessa arte, com direito a capas de revistas e exposição em museus de arte contemporânea do mundo todo.</p>
<p>Já falei aqui sobre a ação de guerilha urbana ambiental de <a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/?p=679" target="_blank">Os Sustentáveis</a><strong> </strong>e hoje quero mostrar pra vocês um trabalho muito legal que une intervenção urbana e gastronomia. São os stickers (adesivos) de receita. O arquiteto e artista plástico Alê Ferro cria mil objetos em sua <a href="http://www.flickr.com/photos/quitandaurbana/" target="_blank">Quitanda Urbana</a> e desta vez resolveu levar um pouco de distração culinária às pessoas que esperam alguma coisa em algum lugar: o ônibus no ponto, um papo no orelhão ou o farol abrir na faixa de pedestres.</p>
<p>Ele ainda foi além na ideia e selecionou receitas simples para colocar em points mais sofisticados, como a Avenida Berrini, enquanto algumas das mais elaboradas (lula recheada com cebola caramelada, por exemplo) ficaram no popular ponto de ônibus.</p>
<p>Excelente ideia, não? Dá uma olhada nas fotos e me diz se você também acha.</p>

<a href='http://carlapernambuco.uol.com.br/?attachment_id=787' title='01longe'><img width="150" height="150" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/01longe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="01longe" /></a>
<a href='http://carlapernambuco.uol.com.br/?attachment_id=788' title='01perto'><img width="150" height="150" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/01perto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="01perto" /></a>
<a href='http://carlapernambuco.uol.com.br/?attachment_id=789' title='02longe'><img width="150" height="150" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/02longe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="02longe" /></a>
<a href='http://carlapernambuco.uol.com.br/?attachment_id=790' title='02perto'><img width="150" height="150" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/02perto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="02perto" /></a>
<a href='http://carlapernambuco.uol.com.br/?attachment_id=791' title='03longe'><img width="150" height="150" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/03longe1-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="03longe" /></a>
<a href='http://carlapernambuco.uol.com.br/?attachment_id=792' title='03perto'><img width="150" height="150" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/03perto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="03perto" /></a>
<a href='http://carlapernambuco.uol.com.br/?attachment_id=793' title='04longe'><img width="150" height="150" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/04longe-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="04longe" /></a>
<a href='http://carlapernambuco.uol.com.br/?attachment_id=794' title='04perto'><img width="150" height="150" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/04perto-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="" title="04perto" /></a>

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		<title>Existe vida alm do Michelin?</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:49:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Diário]]></category>
		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Bernard Loiseau]]></category>
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		<category><![CDATA[NY]]></category>

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		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-family: Arial;">
<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/michellin.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic47" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/cache/47__400x200_michellin.jpg" alt="michellin" title="michellin" />
</a>
</p>
<p>A revista americana New Yorker continuar existindo e sendo  respeitada é um dos fatos que me dá esperança de que ainda há bastante gente no  mundo que realmente gosta de ler e se inteirar sobre um assunto.<br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><span style="font-family: Arial;">Quando esse  assunto é algo que de alguma forma faz parte do nosso dia-a-dia, essa  experiência de ler a New Yorker se torna uma dádiva; coisa imperdível mesmo.  Quem gosta de gastronomia e lê em inglês, então, vai se deliciar com <a href="http://www.newyorker.com/reporting/2009/11/23/091123fa_fact_colapinto?currentPage=1" target="_blank">este texto  aqui</a>, <span style="color: #ff0000;"><strong></strong></span>publicado no site da revista.<br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><span style="font-family: Arial;">O que acontece é que, durante  décadas, a profissão de avaliador de restaurante para o prestigiadíssimo Guia  Michelin viveu cercada de uma confidencialidade digna de Scotland Yard: os  críticos eram proibidos de revelar suas identidades até mesmo para os pais e  cada reunião com a chefia do guia era um espetáculo que parecia cena do “Duro de  Matar”, com ligações revelando o local do encontro minutos antes de ele  acontecer. Tudo para manter algo que o método Michelin acha fundamental para a  credibilidade da critica: o anonimato do avaliador.<br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><span style="font-family: Arial;">Pois então, depois de anos de  endeusamento na França e reconhecimento imediato e absoluto em outros lugares no  mundo, como a Ásia (Tóquio, aliás, <a href=" http://www1.folha.uol.com.br/folha/bbc/ult272u653686.shtml " target="_blank">acaba de ser anunciada</a><span style="color: #ff0000;"><strong></strong></span><span style="color: #ff0000;"><strong></strong></span> como a cidade com mais  restaurantes de três estrelas no Guia Michelin), a publicação resolveu se  arriscar no mercado dos Estados Unidos.<br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><span style="font-family: Arial;">Após cinco anos publicando  sua edição que avalia os restaurantes de Nova York, o Michelin não conseguiu  desbancar nem a seção de gastronomia do <em>New York Times</em>, nem o <a href="http://www.zagat.com/" target="_blank"><em>Zagat</em><span style="color: #ff0000;"><strong></strong></span></a> &#8211; as duas grandes  referências para os nova-iorquinos quando resolvem sair para comer.<br />
Muita  gente reclamava do afrancesamento exagerado das opiniões, que pareciam só ter  olhos para bistrôs. Resultado: sob nova direção, o Guia Michelin mudou a  política para sua investida americana. Abriu processo de seleção para ter apenas  avaliadores nova-iorquinos trabalhando no guia da cidade (antes era gente  deslocada da equipe européia de críticos), entrou no <a href="http://twitter.com/MichelinGuideNY" target="_blank">Twitter</a>,  passou a propalar seu método <a href="http://www.michelinguide.com/us/famously_anonymous/index.html" target="_blank">no próprio site<span style="color: #ff0000;"><strong></strong></span></a> e&#8230; permitiu que uma de suas avaliadoras concedesse essa excelente entrevista  para um repórter da New Yorker, enquanto os dois almoçavam juntos no  badaladíssimo restaurante Jean Georges, do Trump International  Hotel.<br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><span style="font-family: Arial;">A  reportagem é deliciosa e aborda todos os aspectos imagináveis – da formação  (caprichada) dos avaliadores à importância ou não do anonimato -, mas o que  ficou na minha cabeça mesmo foi o lado bom de ver algo tão mítico e absoluto  como as avaliações do Michelin ser, no mínimo, colocado em perspectiva. Bernard  Loiseau, <em>chef </em>do francês La Cote D’Or, certa vez disse que se mataria se  perdesse uma de suas três estrelas Michelin. Em 2003, época em que corria um  burburinho de que a qualidade de seu restaurante havia decaído e que seu status  de estrelado corria risco, Loiseau atravessava uma depressão. Acabou de fato se  suicidando com um tiro na cabeça.<br />
</span><span style="font-family: Times New Roman;"><br />
</span><span style="font-family: Arial;">Já falei <a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/?p=327 &lt;http://carlapernambuco.uol.com.br/?p=327" target="_blank">por aqui minha  opinião<span style="color: #ff0000;"><strong></strong></span></a> sobre a função da crítica gastronômica para o  consumidor. Da mesma forma, não dá para achar que exista algum sentido em alguém  que só cozinha – ou só cozinha de uma certa maneira – para agradar a uma  publicação, por mais respeitosa que essa seja e por mais embasado que seja seu  método de avaliação. Cozinhar é uma arte; uma expressão prática de ideias e  sentimentos. Portanto, se esses não forem legítimos, todo o conceito de  gastronomia, boa ou ruim, vai direto para o ralo. Cozinha, antes de tudo, tem de  ser sincera e autêntica: mesmo que algum critico possa não perceber isso. O  público certamente percebe.<br />
</span></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Beleza  mesa</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 11:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comer não é, decididamente, uma experiência que se limita ao paladar. E não falo apenas dos aspectos mais óbvios, quer dizer, do aroma e do visual do prato que chega à mesa, mas de tudo o que literalmente cerca o período da refeição.
Não importa se você for o tipo de pessoa que não liga a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/muriqui.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic46" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/cache/46__400x200_muriqui.jpg" alt="muriqui" title="muriqui" />
</a>
<br />
Comer não é, decididamente, uma experiência que se limita ao paladar. E não falo apenas dos aspectos mais óbvios, quer dizer, do aroma e do visual do prato que chega à mesa, mas de tudo o que literalmente cerca o período da refeição.</p>
<p>Não importa se você for o tipo de pessoa que não liga a mínima para decoração: mesmo que não perceba, o ambiente tem uma influência gigantesca em cada experiência por que passamos – e de forma especialmente intensa na de quem se senta para comer.</p>
<p>Criar uma ambiência que combine com aquilo que um restaurante pretende faz parte do negócio. Satisfazer a visão, o olfato e a audição do cliente é deixá-lo à vontade e relaxado, pronto para a próxima experiência sensorial, a gustativa.</p>
<p>Nessa busca deliciosa e interminável por objetos que eu acho capazes de transmitir o que eu quero, me deparei com umas peças que, quando vi pela primeira vez, senti como se tivessem sido especialmente feitas para receber minha comida ou enfeitar os lugares em que cozinho. São os produtos maravilhosos das meninas do grupo Muriqui Cerâmica.</p>
<p>As travessas, cabaças, cumbucas e outros apetrechos da Muriqui não têm nem um pouco de firula ou afetação: transmitem uma coisa autêntica e natural, mas ao mesmo tempo criativa, até difícil de explicar. Acho que o melhor mesmo é dar uma olhada no catálogo que está disponível <a href="http://www.muriquiceramica.com.br/" target="_blank">no site delas</a>.</p>
<p>A sensação de encontrar objetos assim, para mim, é quase como a de conceber uma receita nova: é, à sua maneira, um jeito de transmitir aos outros minha ideia sobre comida, sobre servir bem, sobre proporcionar um tempo agradável a quem me visita. Mesmo que parte da experiência fique assim, subliminar, tornando, discretamente, tudo mais especial.</p>
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		<title>Os informais</title>
		<link>http://carlapernambuco.uol.com.br/?p=756</link>
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		<pubDate>Mon, 16 Nov 2009 19:49:36 +0000</pubDate>
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Já houve um tempo em que sair para  comer bem significava, quase necessariamente, colocar uma roupa formal,  sentar-se numa cadeirona de madeira de lei e ser rodeado por uma pompa que  muitas vezes acabava ocupando mais espaço do que a comida em si. Durante muito  tempo, parece que reinava um conceito [...]]]></description>
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<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/bistronomie.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic45" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/cache/45__400x200_bistronomie.jpg" alt="bistronomie" title="bistronomie" />
</a>
</p>
<p>Já houve um tempo em que sair para  comer bem significava, quase necessariamente, colocar uma roupa formal,  sentar-se numa cadeirona de madeira de lei e ser rodeado por uma pompa que  muitas vezes acabava ocupando mais espaço do que a comida em si. Durante muito  tempo, parece que reinava um conceito geral de que quanto melhor o restaurante,  mais chique deveria ser.</p>
<p>Felizmente para todos os envolvidos no  processo – seja quem cozinha, quem serve ou quem é servido –, a coisa mudou  bastante, e a impressão que tenho (e sobre a qual até já falei um pouco <a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/?p=512" target="_blank">outro  dia</a> é de que as coisas estão rumando ainda mais para um  caminho que torna tudo mais natural e agradável.</p>
<p>É a tal onda da “bistronomie” que  invadiu a cozinha francesa recentemente e que resgata (para quem quer que  tivesse esquecido ou simplesmente deturpado) o sentido original do que é um  “bistrot”: um lugar menos formal, e no geral mais barato, para se comer comida  digna de um bom restaurante – e não uma casa com iluminação indireta, almofadas  de veludo, tratamento à Luís XIV e preços idem.</p>
<p>Em Nova York, o bacaníssimo <a href="http://www.balthazarny.com/" target="_blank">Balthazar</a><strong> </strong>e todo o grupo a que pertence (Pastis, Lucky Strike etc.)<strong> </strong>é um  exemplo excelente dessa tendência, apesar do restaurante já ser um veterano. Bem  no meio da ultra <em>cool </em>Spring Street, o lugar reproduz com muita qualidade  esse conceito: ambiente despojado, quase de um bar, com um monte de gente  parando só para um drinque e uns beliscos, mas ao mesmo tempo servindo uma  comida para restaurante nenhum botar defeito.</p>
<p>Aqui em São Paulo, acho sinceramente  que o nosso Carlota é um exemplo bem legal de ambiente informal aliado à  preocupação com a boa cozinha. O mesmo acontece no Spot, por exemplo. E cada vez  mais há também aqueles que são mais assumidamente casuais; que até se denominam  bares, mas nem por isso deixam de servir pratos de primeira. É o que acontece  com as casas dos meus amigos da <a href="http://www.ciatc.com.br/" target="_blank">Companhia Tradicional de Comércio</a><span style="text-decoration: underline;"><strong></strong></span>,  como o Astor, ou ainda com a deliciosa mistura luso-espanhola da <a href="http://www.adegasantiago.com.br/&gt;" target="_blank">Adega  Santiago</a>.</p>
<p>A receita é essa mesmo: sentir-se à  vontade, bater papo tranquilamente como quem vai a um boteco e, enquanto isso, à  frente, ter um prato caprichado, com ingredientes de primeira. É ou não é o  melhor dos dois mundos?</p>
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		<title>A fila anda</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 20:53:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[
Nas últimas décadas, as empresas (ou  foi o mundo?) se voltaram tanto para o marketing que o resultado, muitas vezes,  é que todas acabam fazendo mais ou menos a mesma coisa. Investe-se tanto, e de  forma tão generalizada, em descobrir fórmulas e estratégias para agradar os  clientes que no fim parece [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/fila.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-753" title="fila" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/fila.jpg" alt="fila" width="400" height="200" /></a></p>
<p>Nas últimas décadas, as empresas (ou  foi o mundo?) se voltaram tanto para o marketing que o resultado, muitas vezes,  é que todas acabam fazendo mais ou menos a mesma coisa. Investe-se tanto, e de  forma tão generalizada, em descobrir fórmulas e estratégias para agradar os  clientes que no fim parece que elas tendem a se  padronizar.</p>
<p>E, então, quando uma ação surge e  revoluciona o mercado, quase sempre se trata de algo surgido não das planilhas  dos grandes escritórios, mas de alguém que estava de fato na rua, metendo a mão  na massa, e – seja por inteligência, <em>feeling </em>ou sorte – descobriu por  conta própria o segredo do sucesso.</p>
<p>Falando assim, parece que vou dar  alguns desses tantos exemplos pontocom, de garotos de 20 e poucos anos que de  repente aparecem de camiseta e calça jeans na capa da <em>Forbes</em>, mas não é  não. O que me fez pensar sobre isso tudo foi <a href=" http://www.businessweek.com/magazine/content/09_46/b4155058815908.htm" target="_blank">um texto da Business Week</a> publicado  semana passada na internet.</p>
<p>Acontece que, em plena recessão  americana, a Subway – aquela rede de <em>fast food</em> popularíssima nos Estados  Unidos e que também existe por aqui – de repente viu suas vendas dispararem  graças a uma ideia despretensiosa, mas que resultou ter um apelo gigantesco, de  Stuart Frankel, dono de duas pequenas franquias da lanchonete, cada uma numa  ponta de um hospital de Miami.</p>
<p>Quando reparou que as vendas da sua  loja caíam muito nos finais de semana, Stuart decidiu simplesmente baixar um  tanto o preço do <em>“footlong sandwich”</em>, o sanduíche que mede um pé (30,5  cm). Baixou o preço em pouco mais de um dólar e o fixou em US$5, “porque gosta  de números redondos”, segundo o próprio.</p>
<p>De repente, havia filas dando a volta  no tal hospital durante os fins de semana. Stuart levou a ideia para a matriz da  Subway e o “$5 Footlong” virou campanha gigantesca de marketing e sinônimo de  refeição farta e barata. Por causa dele, o faturamento foi às alturas, e a  cadeia se tornou uma das dez maiores dos EUA. Outras redes fizeram campanhas  inspiradas nessa (olha a padronização de que eu falava!) e a demanda por  produtos como atum e peito de peru cresceu violentamente no país. Tudo por causa  de um sujeito e sua loja vazia no fim de semana.</p>
<p>O legal dessas histórias não é o  dinheiro que envolvem, mas a possibilidade de olharmos à nossa volta e  pensarmos: será que de repente não estamos com uma loja vazia bem diante dos  nossos olhos e só o que falta é a iniciativa de dar um passinho simples para  causar uma revolução?</p>
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		<title>Papo de bar com Edu Passarelli</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 13:46:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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Nunca foi tão divertido tomar cerveja  em São Paulo. As cartas de cervejas de alguns bares e restaurantes da cidade  estão cada vez maiores e mais diversificadas, e a harmonização de pratos com a  bebida vem conquistando muitos gourmands. Referência no assunto, o novato  Melograno – Forneria e Empório de Cervejas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/cerveja.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-749" title="cerveja" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/cerveja.jpg" alt="cerveja" width="400" height="170" /></a></p>
<p>Nunca foi tão divertido tomar cerveja  em São Paulo. As cartas de cervejas de alguns bares e restaurantes da cidade  estão cada vez maiores e mais diversificadas, e a harmonização de pratos com a  bebida vem conquistando muitos <em>gourmands</em>. Referência no assunto, o novato  <a href="http://www.melograno.com.br/" target="_blank">Melograno – Forneria e Empório de Cervejas</a> foi aberto no final do ano passado e tem como um dos sócios um super  especialista no assunto, o Edu Passarelli. Ele montou uma carta de treze  páginas, com explicações de 150 rótulos de dezesseis países. Além disso, da  cozinha e do forno a lenha do Melograno saem pizzas, sanduíches, saladas,  queijos, frios e outras comidinhas que acompanham à altura a paixão nacional. Dá  até pra brincar que esse amor é mesmo adolescente aqui no Brasil. Conta por que,  Edu!</p>
<p><strong>A que se  deve a recente preocupação por parte de alguns restaurantes de oferecer uma  carta de cerveja mais variada para os clientes? </strong><br />
Fora do  Brasil a cerveja já é compreendida como bebida gourmet há muitos anos. A riqueza  de estilos, aromas e sabores encontrados na cerveja proporciona harmonizações  gastronômicas inusitadas e muito interessantes. Paralelo a isso, o Brasil vem  passando por uma &#8220;revolução gastronômica&#8221;, que começou desde a abertura do  mercado. Hoje temos bons vinhos, bons queijos, bons azeites, chocolates, cafés  etc., e a cerveja não poderia ficar de fora. Então, o cliente que antes encarava  a cerveja como uma bebida somente para o verão começa a consumi-la em outros  momentos, inclusive à mesa. E cobra isso do restaurante.</p>
<p><strong>Quais os  tipos de cerveja que têm tido melhor aceitação nesse mercado de produtos premium  aqui no Brasil?</strong><br />
A primeira a  conquistar o paladar do brasileiro (após a pilsen, claro) foi a alemã Weiss  Bier, ou cerveja de trigo. Elas são refrescantes e bastante aromáticas. Depois  as inglesas Pale Ale também chegaram com força, junto às cervejas de escola  belga, que são bastante inventivas. Hoje, além da oferta de produtos importados,  o Brasil tem inúmeras boas microcervejarias produzindo cervejas de alta  qualidade.</p>
<p><strong>Como  acontece o trabalho no Melograno de harmonização de pratos com cervejas  especiais?</strong><br />
A sugestão  de harmonização baseada apenas em pequenas regras pode acabar sugerindo erros,  já que uma cerveja do mesmo estilo varia bastante de produtor para produtor e um  prato também pode variar bastante de chef para chef. Portanto, após anos de  estudo sobre cervejas e suas harmonizações, e, claro, muita prática, optei por  abrir o Melograno. Todas as harmonizações de nosso cardápio foram exaustivamente  testadas, e treinamos a nossa brigada para passar esta informação ao cliente de  forma elucidativa e descontraída, como a cerveja pede.  Além disso, nosso  cardápio também oferece opções de estilos que combinam com cada prato, para que  o próprio cliente possa fazer suas escolhas.</p>
<p><strong>Você  acredita que o brasileiro vai aos poucos passar a consumir mais esse tipo  especial de cerveja (importada ou não), a partir da escolha de um prato, assim  como já acontece com os vinhos?</strong><br />
Sim, sem  dúvida. O trabalho com cervejas especiais também visa à educação cervejeira, e  muito se fala de harmonizações. Além disso, por natureza o brasileiro gosta de  cervejas. E a partir do momento que ele as encontrar em restaurantes, certamente  passará a pedir a bebida.  Eu sempre digo que existe uma cerveja certa para cada  momento. E um momento certo para cada cerveja!</p>
<p><strong>Você acha  que os brasileiros, grandes consumidores mundiais da cerveja, têm uma tendência  natural a gostar de ou se interessar por cervejas mais encorpadas/especiais? Ou  esse paladar pela cerveja diferenciada ainda precisa ser construído?</strong><br />
Este paladar  mudou muito nos últimos anos, mas ainda falta bastante a ser feito. Há pouco  tempo acreditava-se que uma cerveja escura, carregada de caramelo, era uma  cerveja forte. Até hoje muita gente diz que a Guinness (cerveja irlandesa do  tipo stout) é forte, apesar de ter apenas 4,2% de teor alcoólico, menos que uma  Brahma (5%). A Guinness na verdade apresenta mais sabor! Porém, hoje já  encontramos cervejas escuras, até de grandes cervejarias, que contêm maltes  torrados para conferir mais cor e sabor. Já temos também mais cervejas  encorpadas, em diversos estilos. E o consumidor as aprova.</p>
<p><strong>E em  quais bares/restaurantes de São Paulo é possível achar boa variedade e qualidade  de cervejas (além do Melograno, claro)?</strong><br />
Além do  célebre <a href="http://www.frangobar.com.br/" target="_blank">Frangó</a>, na zona norte de São Paulo,  temos o <a href="http://www.drakesbar.com/" target="_blank">Drake&#8217;s</a>, no consulado britânico, o  <a href="http://www.barasterix.com.br/" target="_blank">Asterix</a>, na região da Avenida  Paulista, e o <a href="http://www.lausbeer.com.br/" target="_blank">Laus Beer</a><strong></strong>, em Santo Amaro. E muitos  outros, que se eu fosse citar aqui &#8211; que bom &#8211; encheria a página. Já nos  restaurantes este movimento ainda é tímido, mas já começa a mostrar força.  Muitos ainda têm uma carta restrita a rótulos de apenas uma cervejaria. <a href="http://lojavino.com.br/" target="_blank">O Vino!</a>, apesar de ser especializado  em vinhos, possui hoje uma bela carta de cervejas. O <a href="http://www.salgastronomia.com.br/" target="_blank">Sal</a> tem bons rótulos. O <a href="http://www.allezallez.com.br/" target="_blank">Allez Allez!</a> tem uma pequena carta. O  <a href="http://www.mocoto.com.br/" target="_blank">Mocotó</a><strong> </strong>também está investindo  nisso. E por aí vai. Espero que em breve isso seja básico na concepção de um  restaurante!</p>
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		<title>Alcobaa verso Studio</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 13:10:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carol Brandão]]></category>
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Quando pego um livro maravilhoso,  com receitas especiais e fotos incríveis, fico empolgadíssima para reproduzir a  maioria dos pratos, quando não de experimentar todos. Mas normalmente (pela  falta de tempo, principalmente) só consigo fazer uma ou duas  receitas.
Ainda bem que desta vez eu e a  Carol Brandão conseguimos seguir à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/6maos.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-742" title="6maos" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/6maos.jpg" alt="6maos" width="400" height="200" /></a></p>
<p>Quando pego um livro maravilhoso,  com receitas especiais e fotos incríveis, fico empolgadíssima para reproduzir a  maioria dos pratos, quando não de experimentar todos. Mas normalmente (pela  falta de tempo, principalmente) só consigo fazer uma ou duas  receitas.</p>
<p>Ainda bem que desta vez eu e a  Carol Brandão conseguimos seguir à risca as principais receitas do <a href="http://www.terceironome.com.br/html/A%20cozinha%20da%20Alcobaca/resenha.htm" target="_blank">“A cozinha da Alcobaça – receitas e  histórias”</a>. E o melhor de tudo é que a orientação  foi dada pela própria Laura Góes, autora do livro e nossa convidada  superespecial de mais uma edição do projeto Gastro-Pop, que aconteceu na noite  quente da última quarta-feira, no Studio 768. O jantar foi ótimo, fiquei  apaixonada pela Laura. Somos primas. Na verdade, o Fernando, meu marido, é o  primo, e eu herdei o parentesco por ser mulher forte que nem elas &#8211; Laura, Marta  Góes (sua filha) e Maria Prata (sua neta).</p>

<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/laura.jpg" title="Três gerações (da esquerda para direita): Maria Prata (neta), Marta Góes (filha), Laura e eu." class="thickbox" rel="singlepic44" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/cache/44__400x220_laura.jpg" alt="laura" title="laura" />
</a>

<p>A Dona Laura, proprietária da tradicional <a href="http://www.pousadadaalcobaca.com.br/" target="_blank">Pousada da  Alcobaça<strong></strong></a>, em Petrópolis, nos deu o privilégio de  preparar a seis mãos um cardápio sensacional, que contou com torradas especiais,  cortadas bem fininhas, com manteiga e parmesão, maionese com trutas defumadas e  patê de fígado de pato com geleia de amora feita em casa, que todo mundo adorou  e repetiu! E isso foi só a entrada. Os convidados ainda experimentaram pato com  molho de laranja e champignon, acompanhado de pirão de maçã, batatinhas sautées  com alecrim, legumes no vapor e arroz com passas. De sobremesa: torta de  chocolate com amêndoas caramela­das, doce de coco do engenho e sorvete de creme.  Tudo regado a deliciosos vinhos oferecidos por Ciro  Lilla.</p>
<p>Se a reprodução da <em>cuisine du terroir</em> do “A  cozinha do Alcobaça” foi nota 10, a parte “histórias” foi melhor ainda. Assim como faz no livro, Laura nos brindou com a  sua animação ao descrever receitas, dar dicas de ingredientes e falar com amor  de seus anos dedicados à cozinha. Depois, ao lado da filha e da neta, ela ainda  autografou e distribruiu o livro para os cerca de 25 convidados. Adorável e  inesquecível edição do Gastro-Pop. Obrigada, Laura Góes!</p>
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		<title>Sabonete biodegradvel limpa a conscincia?</title>
		<link>http://carlapernambuco.uol.com.br/?p=737</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 23:32:04 +0000</pubDate>
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Invariavelmente dedico muitas linhas deste espaço ao consumo ético e ao comércio justo. Mas desta vez fui pega de surpresa &#8211; e gostei &#8211; por um artigo que criticava, ou melhor, destacava um olhar diferente e original (eu, pelo menos, nunca tinha pensado nisso dessa forma) sobre esses temas.
O ensaio de Anand Giridharadas, traduzido pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/blof.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-738" title="Sabonete" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/blof.jpg" alt="Sabonete" width="400" height="200" /></a></p>
<p>Invariavelmente dedico muitas linhas deste espaço ao consumo ético e ao comércio justo. Mas desta vez fui pega de surpresa &#8211; e gostei &#8211; por um artigo que criticava, ou melhor, destacava um olhar diferente e original (eu, pelo menos, nunca tinha pensado nisso dessa forma) sobre esses temas.</p>
<p>O ensaio de <a href="http://anand-g.blogspot.com/" target="_blank">Anand Giridharadas</a>, traduzido pela Folha de S.Paulo (<a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/newyorktimes/ny2610200910.htm" target="_blank">aqui</a>, só para assinantes), saiu originalmente no The New York Times. O escritor norte-americano, filho de indianos, acalenta a discussão sobre se esse consumo chamado de consciente é uma nova forma de cidadania ou um sinal de como ela anda desgastada. Ele dá como exemplo o dinheiro a mais que os ricos ocidentais se dispõem a gastar para ter um sapato de lã biodegradável, ter créditos de carbono, comer frutas orgânicas ou andar por aí com um iPod cujo valor foi, em parte, usado para combater a <a href="http://www.apple.com/ipod/red/" target="_blank">Aids na África</a>. Olha só as outras marcas que participaram da campanha Red:</p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="344" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Se195BT3rPE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344" src="http://www.youtube.com/v/Se195BT3rPE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
<p>Alguns críticos dizem que a politização do consumo distorce os preços e gera ações arbitrárias, como a que obriga agricultores pobres a matricularem os filhos na escola para que seus produtos sejam considerados éticos. Mas a crítica que mais me fez pensar foi a de que esse tipo de ação tem potencial para reduzir a cidadania ao exercício virtual e distante da compra diferenciada e acabar, assim, substituindo a participação verdadeira nas discussões sociais e políticas (como votar ou protestar publicamente).</p>
<p>Será que o consumo ético é um jeito de humanizar o mercado, nos pergunta o ensaísta, ou somente um jeito de tornar a política suportável, transformando-a em consumo? Talvez uma mistura de consumo consciente (já que a sociedade é capitalista, baseada no consumo) e participação política mais ativa fosse o cenário mais perto do ideal, mas, como o artigo do Giridharadas indica, no mundo tão complexo de hoje, às vezes a fronteira entre o certo e o errado, o consciente e o inconsciente, é mais indefinida do que parece.</p>
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		<title>Inside the news!</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 13:05:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Idéias]]></category>
		<category><![CDATA[Viagem]]></category>
		<category><![CDATA[fashion]]></category>
		<category><![CDATA[New York]]></category>

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		<description><![CDATA[
Estou feliz da vida de poder matar as saudades de New York em um bate-volta de menos de uma semana. Quando a querida Maria Prata, editora-chefe da Fashion TV Brasil, me convidou para participar do TURNitUp, eu não pensei duas vezes para arrumar as malas e partir para a Big Apple. Rever os lugares e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/blog_NY.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-728" title="blog_NY" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/uploads/blog_NY.jpg" alt="blog_NY" width="400" height="170" /></a></p>
<p>Estou feliz da vida de poder matar as saudades de New York em um bate-volta de menos de uma semana. Quando a querida Maria Prata, editora-chefe da Fashion TV Brasil, me convidou para participar do TURNitUp, eu não pensei duas vezes para arrumar as malas e partir para a Big Apple. Rever os lugares e lembrar dos tempos em que eu morava aqui era tudo o que eu precisava.</p>
<p>Nesta terça, como representante do canal e do Brasil, ofereci um workshop de gastronomia para os convidados do evento, que foi promovido pela <a href="http://www.turner.com" target="_self">Turner</a> &#8211; a dona da superpoderosa CNN. A atração principal do encontro é o anúncio da nova programação dos 13 canais da empresa. Só da América Latina, foram convidados para a festa cerca de 470 pessoas, entre anunciantes, representantes de agências de publicidade e jornalistas, que fizeram de tudo: foram a restaurantes bacanas, visitaram estúdios de televisão e&#8230;. cozinharam! Olhem só a minha cara depois de provar alguns pratos feitos por eles.</p>
<p>
<a href="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/posts/carla_ny.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic43" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://carlapernambuco.uol.com.br/wp-content/gallery/cache/43__400x240_carla_ny.jpg" alt="carla_ny" title="carla_ny" />
</a>
<br />
<br/></p>
]]></content:encoded>
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